Paixão médico paciente " Nunca fui uma pessoa normal, lembro que quando criança, brincava e conversava sozinha. Mas o que mais me marcou foi aquela tragédia de quando eu tinha 9 anos. Lembro que estava paralisada, em choque. Meus olhos saltavam para fora. A-a-a ( dificuldade de se expressar) aquela mulher, ela insultava o meu pai. Xingava e o pilhava, dizia que ele não era homem o suficiente : _ Atira desgraçado. Não tenho medo dessa coisa na sua cintura não, atira .... O filho dela estava do lado , um homem moreno , não me lembro bem de seus aspectos físicos, apenas que aparentava ter 1,70 m, e uns 25 anos. Ele também provocava, não quanto sua mãe, mas o suficiente pra aquele escândalo atrair olhares curiosos em frente à loja do meu pai ". Não quero mais fazer isso Hams, essas lembranças são insignificantes ...